Tatiana Maebuchi

Nascida na cidade de São Paulo, é brasileira descendente de japoneses de terceira geração por parte de mãe e de quarta geração por parte de pai. É jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e blogueira de viagens. Trabalhou em redação de revistas, sites e assessoria de imprensa. Fez parte da equipe de Comunicação da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (Bunkyo), contribuindo para a divulgação da cultura japonesa.

Atualizado em julho de 2015

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Um passeio por espaços de cultura japonesa

Os espaços expositivos são importantes para manter a cultura japonesa viva - além da história dos imigrantes, responsáveis por trazer seus costumes ao Brasil - e também para divulgá-la. Na cidade de São Paulo, merecem destaque o Pavilhão Japonês e o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, administrados pela Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social - Bunkyo.


Pavilhão Japonês, o símbolo da amizade Brasil-Japão

Localizado dentro do Parque Ibirapuera, o Pavilhão Japonês foi construído pelo governo japonês e pela comunidade nipo-brasileira como símbolo da amizade entre Brasil e Japão e doado à Prefeitura de São Paulo, …

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A cultura japonesa celebrada em festas

Em 2015, completam-se 120 Anos do Tratado de Amizade, Navegação e Comércio entre Brasil e Japão, assinado no dia 5 de novembro de 1895 em Paris, na França. Por isso, os nipo-brasileiros estão comemorando este marco histórico com uma série de eventos.

Alguns são festivais que conheci e frequentei em São Paulo, cidade onde moro atualmente, e dos quais gosto pela importância como representação da cultura japonesa dentro da comunidade de descendentes e também por seu significado no Japão.


Bunka Matsuri mostra artes tradicionais

O Bunka Matsuri - A Festa da Cultura Japonesa é a maior festa anual realizada pelo …

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Minha descoberta da cultura japonesa

Minha família é toda descendente de japoneses. Meus bisavós são isseis, meus avós nasceram no Brasil - são nisseis - e casaram-se com descendentes, assim como meus pais, que são sanseis. Apesar disso, pouco da cultura das minhas raízes me foi passada. Descobri a cultura japonesa de verdade já adulta.


Aprendizados na infância e negação na adolescência

Durante a infância, fazia visita à minha avó paterna no interior de São Paulo - ou passava alguns dias de férias lá. Com ela, aprendi a contagem de números até dez, palavras (como abunai, “perigoso”) e frases simples, como mizu …

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Nipo-brasileira no mundo

Ser brasileira descendente de japoneses em viagens pelo mundo me fez trazer algumas histórias curiosas para contar. Ter nascido e vivido no Brasil com traços nipônicos é uma coisa que me “camufla” em outros países e gera bastante confusão na cabeça dos estrangeiros. Mais ainda por eu estudar e conhecer alguns idiomas.

Em minha primeira viagem internacional, um intercâmbio de viagem e trabalho nos Estados Unidos durante as férias da faculdade, conheci pessoas de vários países diferentes. Como era mais tímida, uma característica das minhas raízes, não conversava muito com todos que trabalhavam no mesmo lugar que eu. Talvez por …

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