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Impressão do Japão na chegada (Inglês)

(Inglês) Bom, eu achei isso aqui horrível quando vim para cá pela primeira vez. Mas eu não tive escolha, e então tive que aguentar. Eu não tive problemas com o idioma. Bom, no começo nós ficamos – o meu pai não era o filho mais velho, então não tínhamos um lugar onde morar. O irmão dele, o irmão mais velho, tinha uma casa. E seus pais já haviam falecido. Por isso, primeiro a gente foi morar com o meu tio, o irmão do meu pai. Nós ficamos como hóspedes da casa por uma semana, mas depois de uma semana ... Naquela época, não havia nada para comer no Japão. Eles acabaram deixando a gente ficar numa casinhola – no celeiro que foi remodelado como habitação. Era uma casinhola de dois aposentos para uma família de 5 ou 6 pessoas. Eu acho que nós ficamos lá por um ano e meio. Eu fui à escola. Eu fui à escola japonesa – a escola pública. O meu pai trabalhava na estação – na estação de rádio – como intérprete para o RTO, a Empresa de Transportes Ferroviários (Railway Transportation Office) porque lá havia muitos militares americanos, especialmente perto de Yamaguchi, onde existia uma central prefeitural [Nota do tradutor: o equivalente seria uma instituição estadual ou municipal]. Por isso sempre tinha militares do governo e o pessoal do CIC estacionados por lá. E foi assim que meu pai foi trabalhar na estação. Depois de um ano e meio nos mudamos porque naquela época o trabalho na fazenda era muito difícil para nós porque não estávamos acostumados. Nós tínhamos que andar descalços, plantar arroz e depois colher o arroz. Agora, até os japoneses têm tratores, máquinas de plantar arroz, e eles podem fazer isso tudo com apenas um homem. Mas naquela época, até para plantar arroz, toda a comunidade tinha que se juntar para plantar arroz com a mão nos lamaçais.


Finding Home (filme) Japão migração arroz

Data: 11 de setembro de 2003

Localização Geográfica: Tóquio, Japão

Entrevistado: Art Nomura

País: Art Nomura, Finding Home.

Entrevistados

Nisei/Sansei de 67 anos, filho de pai issei e mãe kibei, ambos da província de Yamaguchi, Yukio Takeshita nasceu em 1935 em Tacoma, Washington, onde seus pais tinham uma lavanderia. Depois do ataque à Pearl Harbor, Yukio e seus pais foram encarcerados primeiro no Centro de Assembléia Pinedale, perto Fresno, e então, foram para o Centro de Recolocação de Tule Lake. Como seus pais eram no-nos, permaneceram no local que depois foi transformado no Centro de Segregação de Tule Lake.

Ao terminar a guerra, a família Takeshita deixou Tule Lake e foi para o Japão, onde Yukio frequentou uma escola pública japonesa. Formou-se em economia em 1958 e trabalhou para uma companhia em Hiroshima. Yukio mudou de companhia cinco vezes, que é uma situação incomum no Japão. Primeiro trabalhou no campo de impotação-exportação e frequentemente usava o inglês nos seus negócios. Aposentou-se em 1998.

Yukio e sua esposa têm dois filhos, ambos cidadãos japoneses. É membro do JACL (Liga dos Cidadãos Nippo-Americanos) no Japão, a liga é constituída de nikkeis de diferentes descendências e não apenas nippo-americanos. Yukio recebeu compensação dos Estados Unidos, o que o fez pensar que os Estados Unidos ainda o consideram “americano”, no entanto, ele se identifica como um “americano japonês”. (11 de setembro de 2005)

Mitsuye Yamada
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Mitsuye Yamada

Her father bought her mother American clothes after she arrived from Japan

(n. 1923) Kibei Nisei poet, activist

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Howard Kakita
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Howard Kakita

Reuniting with parents in America

(n. 1938) Nipo-americano. Sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima

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Howard Kakita
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Howard Kakita

His views on nuclear weapons

(n. 1938) Nipo-americano. Sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima

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